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REUNIÃO EM CANINDÉ DISCUTE PROBLEMAS DA ADUTORA DO GENERAL SAMPAIO.


Buscando encontrar saídas para a crise hídrica que se instalou na Bacia do Curu, com os constantes problemas de vazamento na adutora que abastece as cidades de Canindé e Caridade no Sertão Central, a prefeita de Canindé Rozário Ximenes, coordenou uma reunião em seu Gabinete com a presença do Deputado João Jaime e de técnicos da Cagece, Companhia de Gestão de Recursos Hídricos – COGERH, Prefeitura de Caridade, Serviço Autônomo de Água e Esgoto – SAAE, Sinduágua, Câmara de Vereadores de Canindé e Caridade e representantes de Associações Comunitárias que são beneficiadas com as águas da adutora de engate rápido num percurso de 53 quilômetros.

Durante o encontro, muitas discussões no sentido de se encontrar um plano para solucionar de vez a questão que atormenta todos os dias moradores das duas cidades.

Na opinião dos técnicos é preciso que haja uma compreensão geral: ‘’Ou se aprende a trabalhar juntos, ou não iremos a lugar nenhum. A seca é uma responsabilidade de todo nordestino. Compramos água de R$ 40,00 e depois de tratada vendemos por R$ 18,00, isso é impossível de acreditar, mas existe em Canindé, disse o chefe do SAAE, Francisco de Sousa Rocha. 

O Deputado João Jaime criticou a péssima qualidade dos canos que foram colocados na adutora. ‘’Precisamos melhorar o atendimento da água que o povo de Canindé consome’’. Do jeito que se encontra é que não pode continuar’’.

Falando em nome do Município de Caridade, o ex-prefeito Júnior Tavares deu a ideia de se criar um consórcio pessoal para administrar a adutora. ‘Um plano de operação continua no Distrito de São Domingos com uma base e rodízios de plantão.

‘’Precisamos eleger um gerente e trabalhar uma equipe de ponta para tirar os vazamentos existentes em todo o percurso’’. O município de Canindé irá indicar o coordenador do grupo que cuidará de toda operação com o suporte das prefeituras, Cagece, Saae, Cogerh, Sisar e Comunidades organizadas.


‘’O grande gargalo, são os bolsões de água criados dentro da canalização da adutora. Isso precisa ser revisto’’, disse o técnico da Cogerh José de Arimatéia. Em São Domingos foram colocadas seis bombas para o fornecimento do precioso líquido e desse total apenas duas estão atendendo a demanda.

‘’Somos usuários da água bruta que chega ao Saae. Com ação da Cogerh, Cagece, Saae, Prefeituras conjuntamente, estamos aprendendo a construirmos uma solução compartilhada. O plano de operação terá todo o meu apoio. Não iremos deixar que a população seja penalizada com essa situação’’, enfatizou Rozário Ximenes.

Uma reunião na próxima sexta-feira as 9 h na sede da Cagece de São Domingos em Caridade, irá definir como será montada a operação de guerra no combate ao desperdício de água.

Atualmente o Saae de Canindé, utiliza 85% das águas do General, a Cagece 10% e o Sisar 5%. Atualmente 46. 875 pessoas dependem da água do Saae em Canindé e 11.523 moradores da água da Cagece em Caridade.

Fotos e texto de Antônio Carlos Alves 
Para o C4 notícias. 
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