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SEM FISCALIZAÇÃO, PICHADORES AGEM EM ÁREAS DE DOMÍNIO FEDERAL.


Basta uma viagem pela BR-020, no acesso de Canindé a Fortaleza que, é possível perceber que o número de pichações nas placas de sinalização, monumentos religiosos, fachadas de estabelecimentos comerciais, nos muros de residências e patrimônios públicos, aumentou nos últimos meses. A prática de pichar, ou sujar por outro meio, qualquer edificação ou monumento urbano é considerada crime ambiental e a pena pelo delito pode variar de três meses a um ano de detenção, além de multa. 

Moradores e comerciantes de cidades como Canindé, Caridade e Paramoti enfrentam rotineiramente a ação de vândalos, principalmente, na rodovia da BR-020, principal corredor de tráfego entre Brasília e Fortaleza. A reclamação é sobre as pichações que estão por toda a parte e que já trouxeram prejuízos. Até mesmo monumentos não escapam dos criminosos.

Quem trafega no trecho de Santa Fé ainda em Paramoti até a cidade de Canindé encontra verdadeiros absurdos. Os criminosos chegaram a pichar os transformadores da COELCE que ficam instalados as margens da rodovia. No mesmo local, picharam um monumento do Departamento de Estradas e Rodagens no acesso a cidade de Paramoti.

De acordo com o técnico em eletricidade William Matos, o banco regulador de tensão tem uma potência de 13.800 watts e pode matar quem chegar a manter contato direto com o banco. ‘’A dos equipamentos é baixar a tensão quando alta e subir quando baixa, ou seja, conversar o patamar de 13.800 watts’’.

‘’É perigoso esses vândalos perderem a vida por conta dessas ações criminosas’’, avisa William.



As marcas do vandalismo estão por todas as partes. Nem a estátua de Santo Antônio, padroeiro do Município de Caridade, escapou das pichações.



A ousadia dos vândalos vai além. Os dizeres, na maioria das vezes não identificados por quem passa por esses locais, são encontrados nas paredes de casas e até mesmo de unidades escolares e nas placas de sinalização. A cinco quilômetros de Caridade, a placa que avisa aos motoristas a distância da cidade, estar pichada.

A situação causa indignação a moradores como a dona de casa Érica Martins. Ela comenta que a pichação deixa a cidade feia e é motivo de vergonha para quem vive no município. "Quem vem de fora e encontra essa sujeira vai achar feio. Então, isso é vergonhoso. Fica chato para quem mora aqui", comenta.

O ato de pichar é considerado crime e prevê detenção de três meses a seis anos, dependendo do caso, além de multa. Pichar, além de perigoso, é crime, segundo a lei federal 9.605/98, com pena de três meses a um ano de prisão.


São símbolos e siglas empregados para identificar o autor da obra. Uma pichação é essencialmente a assinatura de um grupo de pichadores, a turma. Pode conter o nome dela, a abreviação dos apelidos dos integrantes e dados como região e data. As turmas se relacionam de maneira amistosa ou hostil entre si, e isso também fica marcado nas paredes (veja nosso guia abaixo). Existem turmas tradicionais que surgiram na década de 90 e perduram até hoje: ou porque um de seus membros nunca parou de pichar (sim, existem pichadores com mais de 40 anos), ou porque ele selecionou algum sucessor para carregar o nome para frente. Criado na cidade de São Paulo nos anos 80, o estilo mais popular é chamado de pichação reta e é respeitado por todos os adeptos. É vandalismo, sim, com marca registrada.

Fotos e texto de Antônio Carlos Alves
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