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INSTITUTO CARBONO DO BRASIL VAI ESTUDAR BIODIVERSIDADE DOS SERTÕES DE CANINDÉ.


O Instituto Carbono do Brasil, anunciou que irá dar início ao trabalho de pesquisa sobre a biodiversidade dos Sertões de Canindé e Vale do CURU. A finalidade é catalogar todo o tipo de ser vivo que ainda resiste às secas e vivem em seu habitat natural.

Os pesquisadores irão realizar o trabalho de catálogo e depois mapear as instituições que cuidam desse sistema em toda região. ‘’É uma nova fase ambiental que estamos realizando no Nordeste. As duas regiões foram escolhidas pelo melhoramento em áreas de Proteção Ambiental que foram criadas ao longo dos anos’’, ressalta o pesquisador Fábio de Moraes do Instituto Carbono do Brasil.

Ele cita como exemplo as áreas de Proteção Jacurutu em Canindé e Francy Nunes em General Sampaio. ‘’É para estes locais, que o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis – IBAMA envia as espécies que são capturadas em mãos de traficantes’’, explica os motivos da pesquisa.

O Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SIBBR) plataforma online que integrará dados de diversas fontes sobre biodiversidade e ecossistemas, iniciou o levantamento das instituições detentoras de informações específicas sobre o tema, também entra no projeto.

Mais de 400 instituições, entre universidades, centros de pesquisa e outras entidades científicas, foram convidados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável pelo projeto em cooperação com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e o Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), a participar da pesquisa.

O levantamento quer identificar como a informação está apresentada e armazenada nessas entidades e qual a infraestrutura de informática existente nos potenciais parceiros do sistema. O MCTI solicita que os questionários sejam respondidos até 15 de março.


Para a diretora da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI (SEPED), Mercedes Bustamante, a pesquisa representa um passo importante do processo participativo de construção do SIBBR. “A identificação mais detalhada das condições das instituições quanto às estruturas de dados relevantes para o sistema bem como quanto à capacidade de informática disponível permitirá o desenho mais adequado do sistema e de iniciativas correlatas que visem sanar eventuais dificuldades”, afirma. A pesquisa também possibilitará, de acordo com a diretora, estabelecer a rede de contatos institucionais, vital para fomentar parcerias e sinergias.

Integração de dados

Para apresentar os dados com eficiência, o SIBBR precisa considerar todas as informações disponíveis nessas entidades como herbários e coleções biológicas, zoológicas e de micro-organismos. Sistemas de informações sobre biodiversidade e ecossistemas, incluindo dados bibliográficos e cartográficos, também serão incluídos.

A pesquisa consiste em dois questionários, um direcionado para o curador da coleção e responsáveis pelos catálogos, e outro para o responsável pela área de informática, que fornecerá os dados de infraestrutura.

O SIBBR integrará bancos de dados sobre a biodiversidade e ecossistemas brasileiros, subsidiando pesquisas científicas e a formulação de políticas públicas. É um projeto do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com apoio técnico do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e apoio financeiro do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF). A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), instituições vinculadas ao MCTI, são principais parceiros do projeto, responsáveis pelo desenvolvimento e hospedagem do SIBBR.

O Brasil aderiu à Plataforma Internacional de Informações sobre Biodiversidade (GBIF, na sigla em inglês). Criada em 2001, com sede em Copenhague, na Dinamarca, é considerada a maior iniciativa mundial com objetivo de disponibilizar dados com acesso livre sobre biodiversidade na internet.
O passo formal para se tornar membro da GBIF foi a assinatura do Protocolo de Entendimento GBIF pelo titular do MCTI, Marco Antônio Raupp. Essa iniciativa insere o país numa comunidade global que compartilha ferramentas, competências e experiências relacionadas com a gestão dos recursos de informações biológicas.

Mesmo antes da adesão do Brasil à GBIF, mais de 1,6 milhão de registros relativos à biodiversidade nacional estavam acessíveis por meio do portal de dados da GBIF, provenientes de mais de 700 conjuntos de dados mantidos em 28 países.
Com a entrada para a plataforma, amplia-se a possibilidade de publicação dos diversos registros digitais que documentam a variedade excepcional de plantas, animais e outros organismos no país por meio da GBIF, a partir das instituições brasileiras de pesquisa, museus, herbários e redes de observação.

O objetivo do país é compartilhar experiências e estabelecer uma interface com o Sistema de Informações para a Biodiversidade e Ecossistemas Brasileiros (SIBBR), um projeto do MCTI, em colaboração com o PNUMA e financiamento do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), envolvendo um investimento de US$ 28 milhões.

O Brasil abriga cerca de 15% de toda a biodiversidade do planeta em seis biomas (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pampa, Mata Atlântica e Pantanal) e em sistemas costeiros e oceânicos.




Fotos e texto de Antônio Carlos Alves
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