13 janeiro 2014

Advogada agredida por policial contou tudo no Facebook


Na manhã de ontem (10/01/2014) a Advogada, Dra. Elizângela dos Santos Silva foi contratada para acompanhar seu cliente em uma audiência (que não era de conhecimento da Delegada) na Delegacia de Canindé, audiência esta marcada pelo Inspetor da Polícia Civil “João Batista Felix de Castro”. Estavam presentes na ocasião a mencionada Advogada, sua estagiária, o cliente, o inspetor e a outra parte litigante.A audiência foi proposta com o fim de resolver a situação de maneira amigável, pois o litígio versava sobre a propriedade de um veículo, objeto que não tinha nenhum impedimento legal, não pausava sobre ele nenhum procedimento administrativo, nem tão pouco judicial.

Observa-se as ilegalidades desde o início, pois mesmo sem impedimento legal, o inspetor CASTRO, coibiu a retirada do veículo em todos os momentos em que as partes tentaram ir embora com o mesmo, apesar de ter sido autorizado pela Autoridade Policial (A Delegada). Urge ressaltar, que várias prerrogativas da Advogada foram violadas no dia de ontem, inclusive o seu Direito de entrar na Delegacia a procura da delegada. Não satisfeito com o desfecho da situação, ou seja, insatisfeito por não ter conseguido apreender o veículo, o Policial Civil JOÃO BATISTA FELIZ DE CASTRO, conhecido dentro da Policia civil como”CASTRO”, atingiu a Advogada Elizângela dos Santos Silva com uma cabeça na região do nariz, que na mesma hora sangrou bastante, vindo a sujar, inclusive, a roupa e a cabeça do policial.

Não obstante ter se passando, esta situação, na calçada da frente da Delegacia, todos os policiais se mantiveram inerte, não fora dado voz de prisão para o agressor, tendo o mesmo ficado transitando armado e transtornado dentro da delegacia.
Todos os procedimentos legais estão sendo providenciados, fora aberto um Termo Circunstancial de Ocorrência por Lesão Corporal e será investigada administrativamente a conduta do Policial Civil. A Advogada passou por um Exame de Tomografia, tendo o mesmo demonstrado fraturas nos ossos do nariz, tendo a mesma a ser submetida a um procedimento cirúrgico amanhã.

Por fim, a Delegada redigiu um oficio para o guarda municipal e encaminhou o veiculo que não estava enquadrado em nenhuma irregularidade, repita-se, sem haver nenhum procedimento administrativo ou judicial, nem ao menos, nenhuma irregularidade no veículo. Devemos mencionar também, que no momento do abuso de autoridade por parte do Policial, minutos antes da agressão, a advogada procurou a delegada e mostrou o seu inspetor cometendo o abuso de autoridade, tendo a mesma, neste momento se mantendo omissa a toda esta situação, pelo contrario, contribuindo com o abuso de poder do Policial Civil Castro.

Fonte OAB - CE.

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